Nessa etapa, o professor irá reunir as informações necessárias no grupo "Matemática no Face" para fazer as avaliações dos grupos e escolher as postagens mais criativas.
Etapa 3: O professor terá
uma semana para avaliar se cada aluno cumpriu com as tarefas das duas
semanas anteriores, pontuar essas tarefas e escolher as três
melhores postagens. Ao final dessa semana, o professor trará aos
alunos um resumo dos tópicos discutidos no grupo e as três
postagens mais interessantes ou mais comentadas. A ideia aqui é destacar as 3 melhores
pesquisas, levando-se em consideração os comentários dos alunos no
grupo, o cumprimento dos tópicos exigidos e a criatividade. É uma forma de incentivar um trabalho bem-feito.
Essa etapa pode durar até uma semana.
Sugestão
para uma quarta etapa:
Caso haja tempo, seria interessante propor uma exposição das
pesquisas elaboradas pelos alunos através de cartazes, folder,
vídeos e áudios de forma a disseminar as ideias discutidas no grupo
do Facebook e mostrar a capacidade de pesquisa e de interação através da Web 2.0.
Nessa etapa, os alunos terão que usar as ferramentas da Web 2.0, pesquisar e discutir as postagens com seus colegas e com o professor.
Etapa 2: Os alunos terão uma semana para fazer a tarefa solicitada nesse tópico. Essa etapa pode durar de uma a duas semanas
Após esse intenso debate sobre a importância da matemática na vida de cada um, chegou a hora de pesquisar e descobrir o que andam fazendo com a matemática por ai. Cada aluno deverá pesquisar no facebook, YouTube ou Google duas situações em que a matemática esteja relacionada com alguma área do conhecimento específicas (biologia, arquitetura, português, arte, química, medicina, economia, marketing, etc) ou com situações abrangente do cotidiano. O importante é entender como a matemática contribui para resolver determinado problema.
Após pesquisar, o aluno deve disponibilizar o link dos materiais escolhidos no grupo do facebook e comentar de que forma a matemática está presente naquelas situações. Caso surjam muitas dúvidas, o professor pode dar alguns exemplos em sala e pedir que os alunos releiam as postagens e materiais sugeridos na discussão anterior.
Depois de postar sua pesquisa, cada aluno deve comentar pelo menos 3 das situações apresentadas pelos colegas, respondendo a questões como: Você conseguiu entender o que foi postado? O que achou de interessante na postagem? Aquela aplicação apresentada é fácil ou difícil de entender? É possível identificar algum conteúdo de matemática que você já tenha estudado? O conhecimento apresentado na postagem pode ser útil para você em algum momento da sua vida? Você já sabia dessa aplicação da matemática?
É importante que o aluno conheça a essência da matemática, que é o uso do raciocínio lógico para a resolução de problemas.
E você, consegue pensar em alguma aplicação da matemática fora da matemática. Na música? Será? Pesquise e traga seus comentários também.
Que a matemática é importante, todos concordam.
Que ela faz parte das nossas vidas, todos estão de pleno acordo. Que a
matemática é importante para o crescimento do país, isso é consenso. Mas por
que será então que você não aprendeu matemática? Por que será que você tem medo
dos números? E se eu te perguntar: "Você gosta de matemática?" Qual seria sua resposta?
As barreiras para se gostar de matemática
são muitas e estão presentes dentro e fora da escola. "É muito difícil!",
"Não entendo nada.", "Isso serve pra quê?",
"É muito chato.", "Tá falando grego pra mim.",
"Vou ficar reprovado de novo.", "Não gosto de
MATEMÁTICA.". Essas são algumas das muitas afirmações feitas pelos
alunos dentro de sala de aula. É notável a fobia que os alunos têm da matemática.
Medo esse que se perpetua com a ajuda dos pais, professores, diretores e dos
próprios alunos. Não a entendem e, por isso, não podem amá-la.
A maioria dos pais também tem dificuldades
com a matemática e, por isso, deixa de acompanhar o desenvolvimento escolar do
seu filho nesse campo e aconselha: "Estuda
filho. Matemática é difícil.", "Lê o livro!", “Vai ficar
reprovado ehn.”, "Não sei,
pergunta para seu professor.", "Sempre detestei matemática. Não dá pra mim". E com essas
frases de “estímulo”, o aluno começa a entrar nesse ciclo de não identificação
com a matemática. Já no colégio, o aluno tenta perguntar: "Professor,
não entendi isso". E o professor reagi: "Você não está prestando atenção. Já expliquei isso mil
vezes. Não vou repetir, estude!" Lá vai o professor que sempre explica da
mesma maneira, não dialoga com seus alunos, não tem muita imaginação e repete
os mesmos erros que o professor dele cometeu. É um carrasco temido: "Eu já estou formado, não me importo de
reprovar a turma inteira." De certo que
nem todos os professores são assim, mas esse perfil não está muito longe da realidade.
Os docentes de matemática ainda se aproximam pouco dos seus alunos, não criam
projetos pedagógicos diferenciados e interessantes pedagogicamente, se arriscam
pouco dentro de sala de aula, instimulam muito pouco a imaginação e intuição dos alunos e continuam a privilegiar o ensino tradicional para a escola
do século XXI. E os alunos? Cadê eles? Será que estão cumprindo seus papéis? E
a lição de casa, fez? Participou da aula ou ficou na internet? Consegue esutar o professor? Os alunos estão entretidos
com tantas coisas e assuntos, que preferem não se esforçar para entender
matemática. E, por vergonha de não saber, se apoderam de discursos cliclês para ridicularizar a si próprios, aos colegas, aos professores, e perdem a oportunidade de aprender. A
escola e os pais precisam abrir seus olhos para esse problema (a fobia da matemática) e encará-lo para
que possamos redescobrir a beleza da matemática.
Para se gostar de matemática é preciso entender
que ela é uma ciência que é construída de forma encadeada, ou seja, o
entendimento de um conceito precede o entendimento de definições e cálculos
mais simples. Assim, se aluno não desenvolveu as habilidades necessárias nas
séries iniciais, sentirá uma enorme dificuldade nas séries seguintes. Lógico,
não? Por isso, os alunos sempre estão com lacunas a preencher, frustrados,
cansados e não sentem prazer em estudar matemática. Não há como os alunos
tirarem prazer de um conhecimento que é introgetado e memorizado sem que haja o
entendimento. É necessário aproximar o aluno da linguagem matemática, da lógica
matemática, da formatação matemática. Provocar a experimentação do raciocínio
matemático e o contato com os materiais matemáticos é fundamental para tornar a
matemática mais atrativa aos alunos.
Veja o vídeo abaixo, que discute todas essas
questões!
Aguardo os comentários de vocês sobre a postagem e os vídeos. E você, tem medo de matemática?