sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Matemática no Face (Terceira parte)

Por Angela Santos




Nessa etapa, o professor irá reunir as informações necessárias no grupo "Matemática no Face" para fazer as avaliações dos grupos e escolher as postagens mais criativas.


Etapa 3:  O professor terá uma semana para avaliar se cada aluno cumpriu com as tarefas das duas semanas anteriores, pontuar essas tarefas e escolher as três melhores postagens. Ao final dessa semana, o professor trará aos alunos um resumo dos tópicos discutidos no grupo e as três postagens mais interessantes ou mais comentadas. A ideia aqui é destacar as 3 melhores pesquisas, levando-se em consideração os comentários dos alunos no grupo, o cumprimento dos tópicos exigidos e a criatividade. É uma forma de incentivar um trabalho bem-feito.

Essa etapa pode durar até uma semana.

Sugestão para uma quarta etapa: Caso haja tempo, seria interessante propor uma exposição das pesquisas elaboradas pelos alunos através de cartazes, folder, vídeos e áudios de forma a disseminar as ideias discutidas no grupo do Facebook e mostrar a capacidade de pesquisa e de interação através da Web 2.0.

terça-feira, 11 de março de 2014

Matemática no Face (Segunda parte)

Por Angela Santos

Nessa etapa, os alunos terão que usar as ferramentas da Web 2.0, pesquisar e discutir as postagens com seus colegas e com o professor.

Etapa 2: Os alunos terão uma semana para fazer a tarefa solicitada nesse tópico.
Essa etapa pode durar de uma a duas semanas
Após esse intenso debate sobre a importância da matemática na vida de cada um, chegou a hora de pesquisar e descobrir o que andam fazendo com a matemática por ai. Cada aluno deverá pesquisar no facebook, YouTube ou Google duas situações em que a matemática esteja relacionada com alguma área do conhecimento específicas (biologia, arquitetura, português, arte, química, medicina, economia, marketing, etc) ou com situações abrangente do cotidiano. O importante é entender como a matemática contribui para resolver determinado problema. 

Após pesquisar, o aluno deve disponibilizar o link dos materiais escolhidos no grupo do facebook e comentar de que forma a matemática está presente naquelas situações. Caso surjam muitas dúvidas, o professor pode dar alguns exemplos em sala e pedir que os alunos releiam as postagens e materiais sugeridos na discussão anterior. 

Depois de postar sua pesquisa, cada aluno deve comentar pelo menos 3 das situações apresentadas pelos colegas, respondendo a questões como: Você conseguiu entender o que foi postado? O que achou de interessante na postagem? Aquela aplicação apresentada é fácil ou difícil de entender? É possível identificar algum conteúdo de matemática que você já tenha estudado? O conhecimento apresentado na postagem pode ser útil para você em algum momento da sua vida? Você já sabia dessa aplicação da matemática?

É importante que o aluno conheça a essência da matemática, que é o uso do raciocínio lógico para a resolução de problemas.

E você, consegue pensar em alguma aplicação da matemática fora da matemática. Na música? Será? Pesquise e traga seus comentários também.



Medo de matemática


Por Angela Santos

Que a matemática é importante, todos concordam. Que ela faz parte das nossas vidas, todos estão de pleno acordo. Que a matemática é importante para o crescimento do país, isso é consenso. Mas por que será então que você não aprendeu matemática? Por que será que você tem medo dos números? E se eu te perguntar: "Você gosta de matemática?" Qual seria sua resposta?

 As barreiras para se gostar de matemática são muitas e estão presentes dentro e fora da escola. "É muito difícil!", "Não entendo nada.", "Isso serve pra quê?", "É muito chato.", "Tá falando grego pra mim.", "Vou ficar reprovado de novo.", "Não gosto de MATEMÁTICA.". Essas são algumas das muitas afirmações feitas pelos alunos dentro de sala de aula. É notável a fobia que os alunos têm da matemática. Medo esse que se perpetua com a ajuda dos pais, professores, diretores e dos próprios alunos. Não a entendem e, por isso, não podem amá-la.

 A maioria dos pais também tem dificuldades com a matemática e, por isso, deixa de acompanhar o desenvolvimento escolar do seu filho nesse campo e aconselha: "Estuda filho. Matemática é difícil.", "Lê o livro!", “Vai ficar reprovado ehn.”, "Não sei, pergunta para seu professor.", "Sempre detestei matemática. Não dá pra mim". E com essas frases de “estímulo”, o aluno começa a entrar nesse ciclo de não identificação com a matemática. Já no colégio, o aluno tenta perguntar: "Professor, não entendi isso". E o professor reagi: "Você não está prestando atenção. Já expliquei isso mil vezes. Não vou repetir, estude!" Lá vai o professor que sempre explica da mesma maneira, não dialoga com seus alunos, não tem muita imaginação e repete os mesmos erros que o professor dele cometeu. É um carrasco temido: "Eu já estou formado, não me importo de reprovar a turma inteira." De certo que nem todos os professores são assim, mas esse perfil não está muito longe da realidade. Os docentes de matemática ainda se aproximam pouco dos seus alunos, não criam projetos pedagógicos diferenciados e interessantes pedagogicamente, se arriscam pouco dentro de sala de aula, instimulam muito pouco a imaginação e intuição dos alunos e continuam a privilegiar o ensino tradicional para a escola do século XXI. E os alunos? Cadê eles? Será que estão cumprindo seus papéis? E a lição de casa, fez? Participou da aula ou ficou na internet? Consegue esutar o professor? Os alunos estão entretidos com tantas coisas e assuntos, que preferem não se esforçar para entender matemática. E, por vergonha de não saber, se apoderam de discursos cliclês para ridicularizar a si próprios, aos colegas, aos professores, e perdem a oportunidade de aprender. A escola e os pais precisam abrir seus olhos para esse problema (a fobia da matemática) e encará-lo para que possamos redescobrir a beleza da matemática.

Para se gostar de matemática é preciso entender que ela é uma ciência que é construída de forma encadeada, ou seja, o entendimento de um conceito precede o entendimento de definições e cálculos mais simples. Assim, se aluno não desenvolveu as habilidades necessárias nas séries iniciais, sentirá uma enorme dificuldade nas séries seguintes. Lógico, não? Por isso, os alunos sempre estão com lacunas a preencher, frustrados, cansados e não sentem prazer em estudar matemática. Não há como os alunos tirarem prazer de um conhecimento que é introgetado e memorizado sem que haja o entendimento. É necessário aproximar o aluno da linguagem matemática, da lógica matemática, da formatação matemática. Provocar a experimentação do raciocínio matemático e o contato com os materiais matemáticos é fundamental para tornar a matemática mais atrativa aos alunos.

Veja o vídeo abaixo, que discute todas essas questões!


Aguardo os comentários de vocês sobre a postagem e os vídeos. E você, tem medo de matemática?

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Matemática no Face

Por Angela Santos


Nessa postagem, vou disponibilizar uma atividade que criei para despertar nos alunos a curiosidade sobre o universo da matemática. O objetivo é justamente fazer com que os alunos pesquisem sobre as aplicações da matemática no cotidiano deles e vejam como a matemática é fascinante. Vejamos!

Essa atividade tem como objetivos aprimorar o uso de algumas ferramentas da Web 2.0, estimular a pesquisar através de ferramentas da internet, desenvolver a argumentação dos alunos, incentivar a criatividade dos alunos e mostrar as possibilidades de uso e abordagem da matemática. Faremos uso do Facebook, do Google e do Youtube.

Etapa 1: Os alunos terão uma semana para fazer a tarefa solicitada.
Essa etapa pode durar de uma a duas semanas.

1) Todos os alunos devem criar e formatar uma conta no facebook com o auxílio do professor no laboratório de informática e/ou com auxílio de tutoriais como esse: https://www.youtube.com/watch?v=BBRRCs_P7UI.

2) Após a criação das contas, o professor criará um grupo intitulado “Matemática no Face” e incluirá todos os alunos da turma nesse grupo. Para diferenciar as turmas o professor pode criar um índice qualquer, por exemplo: Matemática no Face - Turma 101.

3) Em seguida, o professor lançará mão de alguns questionamentos em sala de aula para iniciar a discussão e continuará essa discussão ao longo da semana no grupo “Matemática no Face”, criado no Facebook. Cada aluno deverá responder pelo menos duas das perguntas propostas e comentar pelo menos três das respostas dos colegas. O professor deverá intermediar toda a discussão e fornecer materiais que estimulem a reflexão dos alunos.

As questões propostas são:
  • Você usa matemática no seu dia a dia? Quando e como surgiu a matemática?
  • Qual a importância de se estudar matemática na escola?
  • A matemática se relaciona com outras ciências? Como? Dê exemplos.
  • É possível que a sociedade evolua sem a matemática?
  • Como você acha que a matemática será útil no seu futuro? 

Sugestão de leituras para indicar aos alunos:
http://www.portalgeobrasil.org/colab/artigos/matematicacotidiano.pdf

Responda você também essas perguntas. E ai, matemática para quê? Teste com seus alunos e confira as próximas etapas dessa atividade.

Entre as cartas e os correios

Já se perguntou como as suas cartas de amor chegam corretamente ao seu amado?


Nesse vídeo, veremos como a matemática pode ajudar na eficiência do sistema de entrega postal. Nos acompanhe!

As cidades concentram grandes redes de serviços para organizar a vida das pessoas. O professor Leo Akio Yokoyama encontra o agente de correios Bernardo para explicar como a teoria dos grafos auxiliou na concepção do sistema de entrega de correspondências. As cidades também são espaços de criação artística, como é o caso do grafite. Numa conversa com o grafiteiro Marcelo Jou, Leo demonstra como a geometria projetiva permite explorar outras formas de visualizar o mundo.




As cidades como inspiração para a matemática

Por Angela Santos


Ao ler os relatores históricos sobre a origem da matemática é fácil entender como a matemática sempre serviu de instrumento para resolver problemas diversos da sociedade, desde os mais simples como a medição e divisão de terrenos rurais e a cobrança de impostos, até os mais complexos como a definição, avaliação e integração dos sistemas de transporte urbano das metrópoles.


Qualquer cidade, por menor que seja, gera a necessidade de implantação da infraestrutura adequada para o desenvolvimento da população que se encontra nessa região. São vários os sistemas que devem funcionar de forma integrada para o bom aproveitamento e preservação dos recursos naturais ali existentes.


Algumas das ações necessárias para a criação de uma cidade são a construção de habitações seguras,a iluminação das casas, ruas e estradas de acesso a essa região, a implantação de coleta e tratamento de esgoto, a instalação do sistema de tratamento de água, dentre outras. Todas essas atividades utilizam a matemática como ferramenta para para organizar, relacionar, avaliar, otimizar, padronizar, medir todos esses sistemas da cidade.


Nesse blog, teremos as cidades e outros temas como plano de fundo para discutir as aplicações da matemática. Veremos situações nos diversos segmentos da cidade e no nosso dia-a-dia, relacionando sempre com algum tema da matemática. Seus comentários, sugestões e críticas serão sempre muito bem vindos. Aproveite para conhecer melhor sua cidade!

Por Angela Santos